sábado, 16 de novembro de 2013

Descrição e Audiodescrição



Turma da Mônica
BOAS MANEIRAS
com áudio-descrição


Com o objetivo de promover a acessibilidade de todos ao conhecimento, esse curtametragem da Turma da Mônica pode ser utilizado pelo professor como instrumento educativo, pois além de favorecer na inclusão de estudantes com Deficiência Visual (DV), pode ser usado para estimular atitudes de boas maneiras.
Esse recurso de audiodescrição é um rica e atrativa ferramenta pedagógica, fundamental na prática de um educador inclusivo, ou seja, que planeja atividades para todos,  pois oportuniza aos estudantes situações de aprendizagem que verdadeiramente reflitam a adoção de práticas e atitudes inclusivas.
O uso de tecnologias assistivas amplia as possibilidades de intervenções do professor e colabora para desenvolver a aprendizagem integral dos estudantes que participam de vivências pedagógicas fundamentadas em valores humanos.

Endereço: http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=xOARe7C3O8g

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

JOGO DA MEMÓRIA

Divertido e fácil de  confeccionar  o Jogo da memória  vem auxiliar na aprendizagem.
Este tipo de jogo educativo colabora no desenvolvimento da memória, da atenção, exercita a metacognição, trabalha a transferência do conhecimento e a motivação.
O professor pode utilizá-lo com letras, palavras, numerais, quantidades, enfim, este tipo de atividade lúdica pode ser utilizada para facilitar a compreensão de conteúdos curriculares vivenciados no ambiente escolar, ajudando na interação social do estudante, pois este reflete, analisa e interage com seus colegas e com o professor para descobrir as peças que formam pares.
O professor deve sempre manter um diálogo com o estudante explicando as regras do jogo e para descobrir quais as estratégias por ele utilizadas para formar os pares.
jogo da memória é um clássico jogo formado por peças que apresentam uma figura em um dos lados, que pode ser adquirido ou confeccionado. Cada figura se repete em duas peças diferentes. Para começar o jogo, as peças são postas com as figuras voltadas para baixo, para que não possam ser vistas. Cada participante deve, na sua vez, virar duas peças e deixar que todos as vejam. Caso as figuras sejam iguais, o participante deve recolher consigo esse par. Se forem peças diferentes, estas devem ser viradas novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte. Ganha o jogo quem tiver descoberto mais pares, quando todos eles tiverem sido recolhidos.

OBJETIVOS:
· Estimular a memória;
· Desenvolver o raciocínio lógico;
· Desenvolver a capacidade de observação e concentração.

CONFECÇÃO:
O jogo foi confeccionado com os seguintes materiais: papelão, tinta guache, palito de picolé.

SITES:
http://letraserecursos.blogspot.com.br

sábado, 7 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva 
Substituição de Preensão Elástica 


Tecnologia Assistiva é um termo utilizado para identificar recursos e serviços que servem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais de pessoas com deficiência promovendo o máximo  desenvolvimento da autonomia de quem os usa.
Esta ferramenta acima de substituição de preensão elástica é de baixa tecnologia. É feito com uma tira elástica e velcro que possibilita o encaixe de objetos, como: colheres, escova de dentes, canetas, propiciando melhor preensão ao usuário facilitando sua atividade diária.
No ambiente escolar, o profissional do AEE deve orientar ao professor da sala comum e ao estudante com dificuldade motora fina usá-la durante a alimentação, nas atividades pedagógicas que precisam ser realizadas com lápis ou caneta. Em casa deve ser usada também para utilizar a escova de dentes e, até mesmo na escola, caso tenha o momento da escovação.

Fontes:
http://www.assistiva.com.br

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O papel do professor do AEE na escola e na sala de RM e a importância  do estudo de caso e do plano para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos

Toda profissão exige responsabilidade e desenvolvimento de competências. Mas, o professor que trabalha no AEE precisa estar constantemente atualizado com os conhecimentos específicos necessários para atender os estudantes em suas especificidades, visualizando seu desenvolvimento integral, sabendo que os seres humanos são complexos. De tempo, muita observação e até de investigação é o que precisa este profissional para que levantar dados que colaborem com a qualificação do processo de ensino e aprendizagem vivenciado na unidade educacional.
Por isso, é de suma importância todo o trabalho desenvolvido no ambiente escolar e, especificamente, na Sala de Recursos Multifuncionais para inserir qualitativamente os educandos com necessidades mais específicas.
Portanto, vejo o estudo de caso e o plano do AEE como bússolas para direcionamento do atendimento a ser realizado junto aos estudantes, profissionais da escola e da família. Todo planejamento dos encontros e das vivências pedagógicas devem ser fundamentados nestes dois instrumentos peculiares para a prática cotidiana do professor do AEE.
Vejo esse trabalho como de um detetive, pois tanto a construção do estudo de caso, como a do plano necessita da realização de um processo investigativo para que a fidedignidade dos dados levantados seja primordial durante a feitura dos mesmos, sempre com o objetivo de alcançarmos sucesso nas intervenções pedagógicas planejadas. Esse êxito será observado quando o estudante atendido estiver demonstrando o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para sua autonomia, favorecendo a efetivação da aprendizagem do aluno. 
Na sala de recursos multifuncionais o professor do AEE, munido do estudo de caso e do plano tem a visão mais ampliada das necessidades dos alunos, tendo a possibilidade de elaborar e/ou adaptar recursos pedagógicos e utilizar outros tipos de tecnologias assistivas para alcançar os objetivos esperados.
Sendo assim, o professor do AEE deverá estar em articulação com os professores das classes comuns e demais funcionários da escola, buscando participar das reuniões pedagógicas, do planejamento, dos conselhos de pedagógicos e da elaboração do projeto político pedagógico para promover, durante sua trajetória profissional, a inclusão escolar e, consequentemente, social dos estudantes atendidos.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

RAFINHA 2.0



Vídeo interessantíssimo! 
Usamos as novas tecnologias e, se não soubermos usar, somos manipulados por elas. 
Juntar o útil ao agradável nem sempre é tão fácil. 
Exige responsabilidade e maturidade para usufruirmos do bem 
que os avanços tecnológicos podem nos trazer. 
Um curso de EaD mostra claramente uma das vantagens que temos com a internet :
 "estudar sem, necessariamente, sair de casa." 
A questão está em atualizar os conhecimentos para utilizar essas novas tecnologias, favorecendo o seu crescimento pessoal e profissional.

Site: http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg

Comentários sobre o vídeo "Help Desk na Idade Média"

Este vídeo tem roupagem da Idade Média, trata de assunto super contemporâneo e mostra o que vivenciamos no dia-a-dia em contato com as novas tecnologias - uma verdadeira comédia dramática da vida real! 
Não podemos desistir de lutar diante dos desafios das novas tecnologias desse mundo virtual e fazer tudo o que manda o "manual" para não perder o que o EAD pode me proporcionar.

Site: http://www.youtube.com/watch?v=IJq-x2Vrv8c

domingo, 16 de junho de 2013

POLÍTICA INCLUSIVA: DOCUMENTOS LEGAIS QUE LEGITIMAM A EDUCAÇÃO ESPECIAL

No portal do MEC encontramos descritos documentos legais sobre a Educação Especial, inclusive com possibilidade de fazermos downlaod. 


NOTA TÉCNICA
Nota Técnica nº 024 - Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764-2012

Nota Técnica nº 028 - Uso do Sistema de FM na Escolarização de Estudantes com Deficiência Auditiva

LEIS
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente
Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências

DECRETOS

Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007

Decreto nº 6.949 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado - AEE
Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência

PORTARIAS

Portaria nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC
Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições

RESOLUÇÕES
Resolução nº4 CNE/CEB

DOCUMENTOS INTERNACIONAIS

Convenção ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
Carta para o Terceiro Milênio
Declaração de Salamanca
Convenção da Guatemala
Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes
Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão

AS CONQUISTAS E AS DIFICULDADES EM SER UM ALUNO À DISTÂNCIA

      
       Estava lendo alguns materiais sobre EaD na internet e na Wikipédia vi a seguinde definição sobre esta modalidade de ensino: "Educação a distância é uma modalidade de educação mediada por tecnologias em que alunos e professores estão separados espacial e/ou temporalmente, ou seja, não estão fisicamente presentes em um ambiente presencial de ensino-aprendizagem." 
     Apesar da EaD, em sua forma empírica, ser conhecida desde o século XIX, esse espaço virtual educativo é bem contemporâneo e nos proporciona o exercício da administração do tempo, nos oportunizando a atualização dos nossos conhecimentos, enriquecendo a nossa prática profissional, favorecendo simultaneamente o amadurecimento pessoal, pois começaremos a nos relacionar com outras pessoas que não faziam parte do nosso círculo de convívio social, escutaremos novas ideias, ideais, estudos, histórias de vida...enfim, acontecerá com essa "troca", paulatinamente, a ampliação do nosso conhecimento em diversas áreas, não apenas em AEE. 
       Na EaD aprenderemos ainda mais a otimizar o tempo, que parece-nos tão curto, tendo em vista as muitas atividades e papéis sociais que desempenhamos no dia-a-dia é uma atividade que nos ajudará a amadurecer a nossa autonomia como aluno(a), já que esta tem por base a responsabilidade que está interligada ao compromisso, pois esse ambiente educacional virtual é um verdadeiro desafio administrativo para todos nós que trabalhamos, muitas vezes 3 expedientes, além de termos que adequar nossos horários de estudos de acordo com suas necessidades pessoais, principalmente os momentos com a família. O EaD é desafiante! Além de oportunizar a vivência do processo de aprendizagem sem precisarmos nos deslocar fisicamente para um local com aulas presenciais diária ou semanalmente, nos estimula a sermos melhores administradores do nosso tempo, para aproveitarmos ao máximo o ensino que nos é proporcionado. 
     Que nos esforcemos e nos dediquemos para sermos os sujeitos da nossa aprendizagem nessa modalidade de ensino que para muitos, inclusive para mim, é tão nova e instigante.

REFLETINDO SOBRE ALGUNS ENTRAVES PARA INCLUIR COM QUALIDADE

         
      Refletindo sobre as dificuldades enfrentadas para que as vivências pedagógicas para que Educação Inclusiva seja uma realidade em todas as escolas do nosso país, me deparo com profissionais de educação que não aceitam a inclusão por não estarem academicamente preparados para trabalharem com alunos com necessidades específicas. Porém, quando comecei a atuar como professora de AEE, também senti muitas dificuldades no processo de busca para qualificar o meu trabalho juntos aos estudantes atendidos, suas famílias, professores de sala e demais funcionários das unidades educacionais onde atuava. Mas, essa problemática, foi fator motivacional para que eu almejasse a melhoria das intervenções pedagógicas vivenciadas no cotidiano das escolas onde trabalho.      
         O texto da professora Sonia Maria Rodrigues, do Curso de Pedagogia da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG/CBH), leva-nos a pensar sobre essa “situação problemática” colocada, muitas vezes, como empecilho para que a inclusão ocorra de maneira menos traumatizante. O texto nos faz refletir quais os caminhos que devemos seguir para proporcionar aos profissionais de educação uma formação que contemple os saberes necessários para educar a todos. 
          Educação só é de fato educação se todos puderem ter acesso. Isso não significa garantia de matrícula apenas, mas um atendimento com um olhar educativo, visando a formação integral, onde os saberes trabalhos objetivem o desenvolvimento (construção) de conhecimentos/habilidades que favoreçam a autonomia de cidadãos. Para que isso aconteça, se faz necessário garantir que a legislação educacional vigente seja praticada, também, à medida que se proporcione formação continuada a todos os docentes, em todos os níveis de escolaridade, para que não visualizemos os alunos com necessidades específicas com problemas, mas como pessoas que estão tendo a oportunidade de crescer como estudantes, e principalmente, cidadãos em formação. 
      A atitude de olhar para as limitações qualquer um pode ter, mas olhar para as possibilidades e potencialidades de cada indivíduo só seres humanos verdadeiramente desenvolvidos em sua essência de “ser humano” podem ter.

Referência: 
Educação Inclusiva e Formação Docente  (http://www.diversa.org.br. Acessado em 11/06/2013)

quarta-feira, 12 de junho de 2013


PESQUISA SOBRE A INCLUSÃO ESCOLAR E A OFERTA DO AEE NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA


Nome do Cursista: MARIA CARLA PITANGA DE MACÊDO SILVA AMORIM
Estado / Município Polo: PERNAMBUCO - RECIFE
Estado / Município Abrangência: PERNAMBUCO - RECIFE
Nome da Escola: ESCOLA MUNICIPAL GENERAL DE SAN MARTIN
Estado / Município da Escola: PERNAMBUCO - RECIFE
Data(s) da realização da pesquisa: 11/06/2013

DADOS SOBRE O MUNICÍPIO

1. Quantas salas de recursos multifuncionais existem em seu Município?
1.(  )
2.(  )
3.(  )
4.(  )
5.(  )
Mais que 5.(X ) Quantas? 70
2. Este número é suficiente para atender à demanda?
Sim (  ).
Não ( X ). Quantas salas faltam? 153

3. Em média, quantos alunos são atendidos em cada sala de recursos multifuncional no seu Município?
Menos de 10.
(  )

Entre 10 e 20.
(X )

Mais de 20.
(  )
Quantos? ____

4. O que define a organização do AEE oferecido nas salas de recursos Multifuncionais do seu município?
·         A formação dos professores em uma deficiência específica (intelectual, física, entre outras).
(  )
·         A formação do professor específica para o AEE.
(X)
·         A demanda de alunos.
(  )
·         Outros. Especifique: __________________
(  )

DADOS SOBRE A ESCOLA SELECIONADA

5. A escola selecionada para sua pesquisa pertence à:
Rede Municipal.
( X )
Rede Estadual.
(   )

6. Dos recursos de tecnologia assistiva abaixo, responda às questões assinalando com x na tabela, tendo como referência a escola selecionada para a pesquisa. Para cada linha assinale as alternativas correspondentes.
OBS: Os recursos pedagógicos e de tecnologia assistiva listados abaixo ilustram algumas alternativas que poderão ser disponibilizadas aos alunos, a partir do trabalho nas salas de recursos multifuncionais (SRM). Assinale com X a primeira alternativa: se TEM ou NÃO TEM na Escola. Se TEM, assinale com X a segunda alternativa: se SÃO USADOS nas SRM ou NÃO SÃO USADOS. Caso não conheça alguns desses recursos, não responda a linha correspondente.


Tem na escola
Não tem na Escola

São usados nas SRM
Não são usados nas SRM
Engrossador para lápis, talheres, escova de dentes pincéis,...
X


X

Órteses para fixar lápis, pincel, talheres,...
X


X

Ponteira de boca ou de cabeça

X


X
Tesoura mola
X




Alfabeto móvel em vários tamanhos e materiais
X


X

Plano inclinado
X


X

Jogos com diferentes materiais e tamanhos apropriados aos alunos com deficiência física

X


X
Mobiliário adequado ao aluno com deficiência física envolvendo mesas reguláveis, cadeiras com adequação postural e cadeira de rodas.
X


X

Prancha de comunicação com símbolos gráficos, fotografias, palavras e letras.
X


X

Vocalizadores em vários formatos e modos de acesso ás mensagens.
X


X

Software para comunicação alternativa com símbolos gráficos
X


X

Software de Pranchas dinâmicas onde o computador se transforma em ferramenta de voz

X


X
Teclados virtuais com varredura
X


X

Teclados de diferentes tamanhos e programáveis na sensibilidade e disposição/conteúdos de teclas
X


X

Colméia de acrílico para teclado
X


X

Mouses de diferentes formatos e programáveis em funções de teclas e sensibilidade

X


X
Dispositivo para movimentação e posicionamento de cursor pelo movimento de cabeça ou ocular

X


X
Acionadores de diferentes formatos que valorizam diferentes habilidades: pressão, tração, sopro, piscar, ......
X


X

Mouse com plug para entrada de acionador
X


X

Monitor de tela de toque

X


X
Software editor de texto com símbolos gráficos e retorno de voz
X



  X*
Software leitor de tela

X


X
Software de OCR para leitura de texto impresso
X



X
Software para ampliação de tela
X


X

Reglete
X



X
Alfabeto Braille em vários tamanhos e materiais
X


X

Caderno para escrita ampliada
X



  X*
Lupa com luz, manual ou de mesa

X


  X*
Lupa sem luz, manual ou de mesa
X



  X*
Lupa eletrônica
X



  X*
Guia para assinatura
X



X
Máquina de escrever em Braille

X


X
Impressora Braille
X


X

Sorobã
X



  X*
Calculadora com retorno auditivo
X


X

Bengalas dobráveis

X


X
Relógio com retorno auditivo ou relevo
X


X

Jogos com sinalização em Braille ou relevo
X


X

Jogos com sinalizações em libras, apropriados aos alunos com surdez
X


X

Sistema FM

X


X
CDs ou softwares em libras e português
X


X

Dicionário em libras
X


X

Softwares com banco de imagens para auxiliar o estudo da LIBRAS e do Português para alunos com surdez.
X


X


7. Quais são as ações da educação especial desenvolvidas na Escola selecionada para a pesquisa? Se for o caso, pode assinalar mais de uma opção.

·         Oferece o AEE.
( X )
·         Promove formação continuada de professores de  AEE.
( X )
·         Promove formação continuada de professores da sala de aula comum.
( X )
·         Oportuniza acessibilidade nos espaços e materiais escolares.
( X )
·         Orienta as famílias.
( X )
·         Estabelece parceria com outros setores na comunidade.
( X )
·         Outras. Especifique:
(    )

8. Em relação aos alunos que frequentam a sala de recursos multifuncionais:
·         Quantos são da escola selecionada para a pesquisa? 23
·         Quantos são de outras escolas? 02

9. No projeto político pedagógico da escola selecionada para a pesquisa está previsto a oferta do AEE?
Sim ( X ). De que forma?
Com descrição de ações específicas para o AEE.
Não (  ). Por quê?

10. Indique quais adequações físicas foram (estão sendo, serão) executadas na escola selecionada para a pesquisa. Assinalar:
                   1: para as ações que já foram realizadas
                   2: para as ações que estão em andamento
                   3: para as ações que ainda serão realizadas
                   X: Caso não identifique nenhuma adequação

·         Construção ou adequação de rampas.
(3)Acessibilidade na calçada.
·         Adequação de banheiros.
(1)
·         Sinalização sonora.
(x)
·         Alargamento de portas.
(1)
·         Sinalização visual.
(1)
·         Sinalização tátil.
(1)
·         Nenhuma adequação.   
(  )
Outros. Especifique:
(  )

11. Quais são as ações desenvolvidas pelo profissional de AEE na SRM da escola selecionada para sua pesquisa?
Resposta: Atendimentos aos alunos nas suas especificidades no contraturno, atendimento às famílias (inclusive com reuniões periódicas), aos professores de sala, aos demais profissionais da escola, como também às escolas de origem dos alunos atendidos.

12. O AEE contribuiu para a melhoria do desempenho do aluno que freqüenta esse serviço?
Não (  ). Por que? __________________________________________________________________________________________________________________________

Sim ( X ). Em que? Desenvolvimentos de habilidades como: autonomia, organização, interação social, o que possibilita a ampliação dos conhecimentos dos estudantes nas disciplinas e atividades propostas no ambiente escolar, como também a sua formação integral como cidadão no meio em que vive.

13. Como o Professor de AEE se articula com o Professor da sala de aula comum para que ambos possam atender adequadamente as necessidades dos alunos que tem em comum?
Resposta: Os professores de AEE interagem com os professores de sala no horário de estudo do estudantes, pois atuam nos turnos de atendimento da escola, além das reuniões e formações oportunizadas no ambiente escolar.

14. Qual a participação da família no AEE na escola selecionada para a pesquisa?
Resposta: Existe um trabalho de acolhida, de conquista de confiança pelos professores de AEE junto às famílias. O contato é constante, pessoalmente ou por telefone. Está presente no cronograma escolar as datas dos encontros periódicos com as famílias.

15. Em que período os alunos frequentam a sala de recursos multifuncionais da escola selecionada para a pesquisa?
·         No período oposto ao das aulas na sala de aula comum.
(X)
·         No mesmo período em que frequentam as aulas na sala de aula comum. Justifique.
(  )

16. Outras observações que você considera relevantes a partir da pesquisa realizada.
         Percebi na fala da professora de AEE entrevistada o envolvimento da equipe gestora da escola com o trabalho realizado na SRM, o que tem possibilitado muitas conquistas, inclusive o espaço físico para o funcionamento da sala.